sexta-feira, 31 de outubro de 2008

bom de mais pra não ser mentira

Obama está a onze pontos de vantagem do candidato do governo;
fez uma propaganda políica de meia hora em SETE canais de tevê a pagou U$ sete milhões.
seria um preço barato se estivessemos falando de um horário do tipo três da tarde, num desses feriados  que ninguém fica em casa.
Mas Obama e sua equipe fizeram isso num dia equivalente pra nós à final do brasileiro com corinthians e flamengo jogando com Sócrates de um lado e Zico do outro.
Obama tem maioria dos votos nos Estados Unidos mesmo sendo Negro. (e seu adversário é ex- militar!!)
Obama faz as pessoas se esquecerem que seu vice é ex-milico e meio lesado também...
Obama agradece todos os dias a Alá, Caipora, Buddah, Xuxa, Yemanjá, o inventor do LSD, Bob Marley, Boy George e qualquer entidade espiritual que em apoio à sua campanha convenceu o  comite republicano de que Sarah Palim poderia ser uma boa escolha pra vice presidente.
Obama sobreviveu nos Eua com o sobrenome Hussein.

Porfavor, não está óbvio que tem alguma sacanagem nessa história??
Ele deve ser o quinto cavaleiro do apocalipse ( o cavaleiro negro, que faz todo o trabalho sujo e depois os outros quatro aparecem pra levar a glória), ou tem poderes sobrenaturais.
talvez obama sejadono da globo...

eu passaria a ter medo depois do dia primeiro dejaneiro de 2009 

um pouco de escatologia, a contra gosto

Um uruguaio experimentando a justiça brasileira.

É só aqui que o torturador militar sádico maldito não é um animal em exinção.
Não há na fauna inteira aberração ou peste qualquer que o deseje em sua cadeia alimentar. A besta em questão pertenceria a outro tipo de cadeia.
É uma especie que se mistura bem com os indivíduos autóctones (espécie verde-oliva) nos encanamentos de tratamento de esgoto do país. 
Aliás, é o unico lugar onde são retidos.
 

domingo, 26 de outubro de 2008

Noite aparentemente calma na Vila...


Noite aparentemente calma na Vila...
O que se ouve é apenas o barulho de alguns carros passando na João XXIII, nem muito frio, nem muito calor, após um dia com muito vento, noite fresca... tranquila...
Sim, em véspera de eleição já está tudo decidido! Tudo já outorgado!

Alguns quilômetros do centro da capital paulista, vendo telejornais e navegando por alguns sites, vi que pesquisas como, por exemplo, Data folha e Ibope, já escolheram seus candidatos a seren eleitos (em São Paulo, por exemplo).

Fugindo de qualquer "teoria da conspiração" quanto ao eleger de candidatos nestas e em eleições passadas, só fico pensando no porquê de existir as chamadas pesquisas de boca de urna.

Não conseguindo encontrar qualquer resposta plausível em um primeiro momento, deixo aqui apenas algumas indagações que me restam nesta véspera:

Qual é o objetivo de informações como a de que um candidato M está 2 ou 40 pontos acima do candidato K?

Qual o foco/importância social na veiculação de tais notícias?

"Isso" é o que? Jornalismo? Propaganda eleitoral? Serviço?



Estará mesmo tudo decidido?







Noite aparentemente calma na Vila...

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

o inferno e nossas boas intenções

Houve uma tragédia em Santo André.

Três vidas foram diretamente alteradas. Outras tantas, familiares das três citadas, indiretamente, desde o incidente, não são e nem nunca mais serão as mesmas.
A polícia falhou.

São estes os consensos.


A partir daqui eu passo a divergir.

A polícia errou muito drante a negociação, mas não errou ao negociar.
Teve falhas grosseiras em suas ações, mas não falhou ao esperar o último minuto pra agir (ainda se discute o desenrolar dos fatos. Se assim como suponho desenvolveram-se, eu reitero minha opinião)

Tentou salvar três vidas.A vida de duas adolecentes e a de um criminoso.
Não deu certo. Falta experiência, falta aparelhagem pra dar certo.


No fim, os três sofreram. A jovem Eloá, indiscutivelmente, pagou mais caro.
No entanto, posso dizer que o aparato Estatal, especificamente nesta ocasião, respeitou os direitos humanos, fez o que pode, expondo suas deficiências, em busca da melhor saída possível.

Da maneira como se desencadearam os eventos, quem desrespeitou os direitos humanos, foi o assassino, Lindemberg, não o Estado.


Por não ponderar sobre o valor da vida das pessoas, aplaudo orgulhosamente a ação policial.
Não é cargo da polícia julgar. Não é cargo da população. Muito menos cabe à imprensa dar como unânime a opinião que endossa.

Há quem diga que bandido bom é bandido morto. Na grande mídia , infelizmente, é um raciocínio bastante corriqueiro. Especialistas, treinados na S.W.A.T., corroboram essa visão.

A S.W.A.T. é excelente para a comparação. Aparelhagem, treinamento, e recursos são bastante csemelhantes aos da P.M. paulistana, haja vista a paridade entre as forças da P.M., aparelhada com tudo o que possui, e a dos policiais civis, desarmadoseem menor número, lutando por reconhecimento edignidade salarial (pronto, se alguém se exaltou com minha defesa a P.M., neste caso eu a condeno).

Houve quem dissesse que sentia vergonha de ser brasileiro pela ação policial.
Vergonha eu sentiria se ela executasse bandido e vítimas como o sistema judiciáio gringo favorável a pena de morte anda fazendo.

Ora , é um crime passional!

Pimenta Neves está livre. Não se chama Lindenerg. Não há repórteres policiais na frente da casa dele.
É outro crime passional, não é?

Dois pesos e duas medidas? Ou será que , por Pimenta Neves ter sido por bastante tempo um importante homem de mídia, o crime dele seja mais leve?
Alguém viu a cobertura do enterro de Sandra Gomide? alguma comoção nacional?
err.... Alguém pensou em castas? 

bobagem minha, perdôe-me.




domingo, 19 de outubro de 2008

Com a palavra, o editor chefe

Espaço dedicado à coluna editor-chefe das Organizações Haja, o célebre jornalista Prefácio de Oliveira

Gostaria de estrear a minha coluna nesse espaço virtual analisando (um abraço respeitoso à Ana Lis, por sinal) o cenário político carioca sem deixar de contar um pouco da minha gloriosa trajetória de vida.

Vejo que a imprensa, ao apontar a liderança de Fernando Gabeira para a prefeitura fluminense,
bota fogo na sua imagem, associando-o sempre ao antigo revolucionário, seqüestrador do embaixador norte-americano.

Indignado, não posso me furtar a contar meu passado igualmente revolucionário, embora um pouco mais obscuro que o de meu colega candidato. Acontece que eu, igualmente jornalista e contrário ao mandos da ditadura, segui os passos do rapaz que vi na televisão, apontado como intelectual do seqüestro de Charles Elbrick.

Arquitetei um plano com meus colegas de auditório e na mesma semana do fatídico fato, invadi a casa do embaixador do Congo e o levei para meu apartamento, mantendo-o sob a mira de minha arma.

Assim como o relacionamente entre Gabeira e o embaixador Elbrick, envolvi-me emocionalmente com minha vítima e nós dois fizemos uma amizade bacana, bonita e que ninguém tem nada a ver com isso.

Mbambo, como ele se chama, me mostrou que a questão envolvendo embaixadores era mais em baixo e eu pude compreender a fundo (aí, como era grande seu poder de síntese) como era dura a ditadura.

Acometido pela síndrome de Estocolmo, Mbambo fugiu do cativeiro para a capital Sueca, sem nem me deixar um bilhete, fazer um telefonema, mandar flores, nem nada. Que insensível.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Tabuleiro Político 2


Dando prosseguimento a partida, quer dizer, ao texto sobre o badalado segundo turno das eleições bauruenses... Já comentei sobre o aristocrata Caio Coube, agora é a vez do "menino cabeludo".
Rodrigo Agostinho, 28, é jovem e exerce o segundo mandato de vereador em Bauru, tendo sido o mais votado na última eleição. É conhecido por sua atuação em defesa do meio ambiente e por seus projetos de desenvolvimento sustentável, apesar de hoje tais propostas serem secundárias em sua plataforma. Mas há uma serventia nessa idéia fixa de bandeira verde: Agostinho conseguiu forte adesão popular, o que lhe abre colunas para um mate.
Há grande contradição em relação à figura de Agostino: para uns, ele tem uma postura arrojada, para outros, é um mero aventureiro irresponsável. Começou timidamente a campanha, mas avançou sorrateiramente pela diagonal como um bispo e está no segundo turno. Apesar de ser um candidato que sabe lidar com as peças de alto e baixo valor no tabuleiro da política, seu movimento eleitoral é o de um cavalo, a única peça que consegue saltar sobre as outras, como fez ao ultrapassar os votos de Clodoaldo Gazzetta e Rosa Izzo e se consolidando como uma peça dinâmica, de ataque e defesa.
Agostinho, também, enfrenta o problema da viabilidade de suas propostas. Suas idéias são consideradas etéreas. E é nesse ponto que ele procura corrigir sua imagem para o segundo turno, mostrando que suas idéias eleitorais são palpáveis e que se realizarão com sua vitória. Ou seja, não basta só articular as peças para chegar a um lindo mate, é necessário uma objetividade, uma economia de lances e manobras para que a morte do rei não exija sacrifícios angustiantes.
As peças estão postas para o mate nesse segundo turno das eleições em Bauru. Tudo vai depender da visão de jogo de cada um dos dois candidatos. Não sei quem joga com as brancas, nem com as pretas. Aliás, não importa, há só uma dúvida lancinante, que arrebata os moradores da cidade, inclusive nós, universitários, que ficaremos um bom tempo por aqui, usufruindo dos prós (poucos) e dos contras (muitos): qual será o rei morto?

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

mau atendimento

Depois do descaso com a população menos favorecida nas escolas e nos hospitais, do descaso com a classe média nos aeroportos e com a segurança pública, chegou a vez da população fora-da-lei sofrer as mazelas de um Estado falido.

Por conta do confronto entre policiais civis, que estão em greve desde setembro, e policiais militares, que estão trabalhando de SS (Seguranças do Serra), um humilde sequestrador está abandonado a mais de três dias à espera de uma equipe policial para iniciar as negociações para resolução do impasse.

Desesperado, o pobre meliante chegou a liberar uma refém para chamar a polícia, mas ela não conseguiu reunir o contingente policial necessário para a operação e acabou voltando para o cativeiro.

Como é da praxis de jornalistas sérios como Datena, Faccioli, Alborguetti e Amaury Júnior , pergunto: Onde estão as autoridades para atender a nossa população quando ela mais precisa?!?!

trapaça!!

Robinho admitiu que não está jogando nada e Dunga afirmou que já sabia que seria vaiado quatro dias antes do jogo contra a Colômbia.
Sem querer ser sensacionalista, mas cadê o Arthur Virgílio quenão pede a C.P.I. do SportingBet???

Tabuleiro Político 1

O xadrez é um jogo que exige imaginação, experiência e memória. Mas, além disso, é necessário para se praticar a Arte de Caissa o que os enxadristas chamam de “visão de jogo”, ou seja, saber antecipar os movimentos do adversário para articular forças para a meta principal: dar o xeque-mate.
Caio Coube é amigo do rei: rico empresário, ex-presidente do Noroeste e integrou o Conselho Administrativo da Cesp a convite do então governador Geraldo Alckmin. Um sujeito que conhece o meio político, sabe das regras do jogo, fez uma gigantesca campanha e não por acaso é chamado de “representante da elite”. Joga com peças altas no tabuleiro político, por assim dizer. Mas, como Coube aprendeu amargamente no primeiro turno, nem sempre é conveniente se concentrar em peças de alto valor e relevar o campo de atuação dos peões. Enxadristas experientes sabem que apesar do baixo valor individual do peão, no fim do jogo eles adquirem alta importância e podem ser comparáveis às peças mais altas.
Portanto, Coube avança no jogo: sua estratégia política para vencer no segundo turno é mobilizar, através de passeatas e eventos, a população da periferia da cidade, área que conta com fraca aceitação eleitoral. Ele sabe que os votos da periferia, somados, têm grande poder de decisão e, a essa altura, tem o valor de mil Rainhas.
Resta saber até quando Coube, esse personagem político construido por algum marqueteiro, resiste a perseguição implacável ao seu rei no tabuleiro político de Bauru. Nesse momento, ele parece mesmo é um bonequinho de vodu.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

etariamente correto

Hanna Montana vai lançar sua autobiografia.
ela tem 15 anos.
Será a única autobiografia da história que não vai falar nem de sexo, nem de drogas, muito menos de rock'n'roll que as pessoas poderão ler sem achar que estão escondendo alguma coisa.

até por que , se ela esconder suas brindcadeiras de "verdade ou desafio" ou dos namoradinhos de portão, o livro não deve dar 30 páginas.